sábado, 16 de maio de 2015

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Por nada, Mig@. (AURORA)

Sabe aquela música que te faz estuprar o botão de play do seu player favorito? Então, meu spotify está com problema, e eu acho que a culpa é da AURORA (Aksnes), cantora e compositora norueguesa desse “novo” gênero: o darkpop.

A cantora é nova (em todos os sentidos), mas já possui um canal do VEVO no youtube, com dois áudios e um clipe indie dark alternativo clichê, porém, feito com música boa, vemk e dá uma olhada:


Apesar da ótima Runaway, a gente tava falando da viciante Running With The Wolves no começo deste post, que eu te desafio a ouvir menos de três vezes hoje. Escuta só:


O single debut da cantora foi o “Awakening”, lançado em 2013. A cantora lançou logo depois o single “Under Star”, em 2014. Em 2015 compartilhou com a gente, seres mortais não-noruegueses a maravilhosa “Runaway”, e, pra terminar de ser linda, lançou a cinco dias (10 de maio) o seu primeiro EP. O “Running With The Wolves”.

O som e o vocal da AURORA são comparados, em seu perfil do Spotify, a cantoras emo-góticas-rockeiras (darkpop) como Oh Land, Lykke Li e a dexxtruidora Lorde.

A gente sabe, a gente sabe. A voz dela é linda, ela é linda, e tem tudo pra lançar um álbum incrível em breve. E quando lançar, pode ter certeza que a gente avisa, tá?

Por nada, mig@.
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domingo, 15 de fevereiro de 2015

QUENHÉ O BECK NA FILA DO PÃO?

Hoje faz uma semana que, Beyoncé, maior rainha e destruidora de todo o universo desde sempre, não levou o grammy de melhor álbum do ano. Pois é, nem ela, nem o Sam Smith (que também já ganhou até demais, vamo combinar...), Ed Sheeran ou Pharrel Williams. Assim como eu, um monte de gente que não entende de música (não entendemos mesmo, fica na sua), revoltadíssimas com o resultado, se fez a mesma pergunta:

QUENHÉ O BECK NA FILA DO PÃO? Pois é, como verdadeiro cidadão caridosodealmadoceesorrisoencantador que sou, decidi dá uma lida sobre a história do cantor e fazer esse post de utilidade pública, claro. Vê só:


Beck sendo hipster.

Beck Hansen, ou Bek David Campbell, é um hipster canceriano nascido em 8 de julho de 1970, na cidade de Los Angeles. Filho da puta (roubou o grammy da Queen B) atriz Bibbe Hansen e do músico David Campell, cresceu num ambiente super propício para as artes e, obviamente, com foco na música, especialmente os gêneros folk e blues.

As influências do músico Beck demonstra uma verdadeira batida louca de psicodélica ao som do pancadão, com muito álcool, drogas e efeitos no estilo Hora de Aventura.
Ta, não é bem isso, mas tá quase lá. E eu resumo pra você:

            Pegue um ser humano, influenciado e tendo como base o folk (folk = folclore, ou seja, influência do pai David Campbell) e mistura com muito blues. Isso. Agora coloca a influência de músicas religiosas (Beck, quando criança, viveu com seu avó, pastor presbiteriano). Ouquei. Agora acrescenta uma dose de punk, provindo do movimento antifolk (mistura do folk e do punk, que já merece um post no blog). Acrescentou? Coloca mais um pouquinho de hip hop e bate tudo bem lentamente. Ou não. As influências de Beck é são uma verdadeira mistureba. Mas eu não arrisco dizer aleatórias.
           
Sendo bem, bem hipster.

            Agora que a gente já falou das influências do boy, vamo falar um pouco da história de superação, porque toda história boa tem que ter superação, chororô e esses “no dia em que saí de casa” feelings.

A gente começa a história dele pela música Loser que arrebentou a boca do balão (gírias vintage, porque eu to falando de um cara hipster). Essa música foi tipo “É o amor” do Zezé di Camargo e Luciano feelings.

            Para os críticos, a letra seria o hino da “slacker generation” (termo usado pra classificar a “geração da preguiça”, “geração X”, ou “galera dos anos 90”) e pertence ao terceiro álbum do ruivo. Se ligou na força que uma música precisa ter pra traduzir uma década inteira?




Dá uma conferida na música.
Aposto como você já ouviu alguma vez na vida!           

          Entretanto, de slacker/preguiçoso Beck não tem nada.

"Eu nunca fui slacker. Eu estive trabalhando em empregos de 4 dólares por hora tentando permanecer vivo (vem ser professor no BRAZEL, gato). Essa coisa de slacker é para pessoas que tem tempo de ficar deprimidas com qualquer coisa."

Gentem, não chora, mas o Beck, na época em que compôs Loser, vivia em um galpão infestado de ratos, e trabalhava numa locadora de vídeo onde, entre outras atividades, separava as fitas da seção de filmes pornográficos em ordem alfabética por um salário nada legal.

Ta, já pode chorar.


            Da uma conferida nessas curiosidades sobre o Beck Hansen:

     O primeiro fruto de sua ainda nascente carreira musical é o single MTV Makes Me Want to Smoke Crack (traduzido livremente como “MTV me faz querer fumar craque”). Morram com essa.
     
     O título Mutations, do seu 6º álbum, seria uma referência aos Mutantes e a música Tropicalia, uma homenagem ao movimento de mesmo nome.
Sabe aquela mistura do início? Pronto, Põe um bucadinho de BRAZEL no meio. Beck é fã assumido da música brasileira (já disse que esse lindo SUPER mereceu o Grammy?)

     Para a gravação do álbum Morning Phase (álbum do ano, para o Grammy 2015), Beck se reuniu com muitos dos mesmos músicos com quem ele havia trabalhado no, aclamado 8º álbum, Sea Change.

     GENTEM, o Morning Phase é apenax o 12º álbum do cantor em duas décadas.

          Encerro aqui deixando bem claro que, Beck É ALGUÉM na fila do pão, SIM, tá? E que super mereceu o prêmio.

          Agora, sobre como eu, revoltadíssima com o resultado do GRÉNMI, fiquei durante a elaboração desse post:



Sabe o chão? Então...
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

O Fabuloso Destino do Sr. Random



Sabe quando aquela galera pseudo-cult não se cansa de falar de algo e que você, cansado de tanto ouvir, decide se entregar e experimentar a coisa?
Então, dessa vez, a coisa é “O Fabuloso Destino de Amélie Poulan”.
Na verdade, a um tempão atrás eu já havia tentado me entregar a essa "coisa", mas só consegui assistir até a metade da metade. Eu e um amigo meu. Na metade da metade do filme a gente chegou a uma conclusão juntos: “não rola”. O filme exigia muita concentração (e duas horas do seu dia), deixamos pra assisti muito tarde da noite... =/
Pensando ter traído meu amigo (filho da puta já havia assistido primeiro, ó!), numa dessas viagens de puro tédio, resolvi me entregar ao filme.
PUTA QUE PARIU. QUANDO TEMPO DA MINHA VIDA EU PERDI SEM TER VISTO ESSE FILME?

O longa conta a história de Amélie Poulan (interpretada pela foderosa AND fofíssima Audrey Tauton), filha de uma mãe neurótica e um pai que apresenta comportamentos de transtorno obsessivo compulsivo, vive uma infância dura, construída por isolamentos, fatalidades, e, acima de tudo, pelas consequências causadas pela morte de sua mãe. Tudo indica que Amélie se tornaria uma pessoa amarga e dexxxtruidora mexxxmo (no mal sentido da coisa, claro. Em alguns momentos ela até demonstra que seria assim,) até que:




Aí você pode pensar: “Nossa, que coisa tão dramática, sad AND desejariaestarmorta...”, MAS N-Ã-O, mano. O filme é divertidíssimo! É daqueles que deveria estar na categoria “filmes que te deixam alegre EVER”.


Super metódico, lúdico (tudo bem proposital) e cheio de reflexões que não merecem ser citadas aqui, porque spoiler é coisa de filho da puta, o longa consegue te prender desde os primeiros minutos; já que possui uma narrativa, ainda que aparentemente metódica, extremamente dinâmica e com desfechos bem imprevisíveis.
FINJA QUE ESSES PARENTESES SÃO BEM GRANDES: (não prendeu a minha atenção da primeira vez porque naquele dia eu queriaestarmorta (morto de sono))
Além disso, vale muito ressaltar que a fotografia do filme é perfeita, e, casada com todo o cenário e figurino que mistura diversas décadas em uma só, consegue criar uma estética e, porque não dizer, um mundo próprio.
O filme tem 5 indicações ao Oscar, 1 ao Globo de Ouro, e 8 prêmios. Venceu os Festivais de Toronto e Edimburgo, pela categoria “público” e “audiência”, respectivamente.
CHOQUE DE MONSTRO, MEU AMOR.

Curiosidades Lecais, mano:
-Graças à Krishna, a atriz Emily Watson recusou o papel de Amélie (mentira, adoro a Emily (mentira, nem conheço ela)), dando lugar pra lindíssima, fofíssima, foderosíssima e muitos outros íssimas: Audrey Tauton. Que interpreta nada menos que COCO CHANEL, MANO! No filme de mesmo nome da estilista.
-Jean-Pierra Jeunet, roteirista e diretor do filme, selecionou memórias para compor o roteiro do longa a partir de 1974 [INSIRA AQUI UM PALAVRÃO DE SUA ESCOLHA]!!!
-As principais cores (vermelho, verde e amarelo) foram inspiradas pelas pinturas do artista brasileiro Juarez Machado.


A dica é: NADA DE PIPOCA, CARAI!
Escolhe um dia para preparar: a) um creme brulée; b) sua mente e o seu coração. E não demora! O Fabuloso Destino de Amélie Poulan é o tipo de filme que consegue te deixar de ressaca sobre “olhar as coisas de uma outra forma”, durante um bom tempo.

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NÃO VAI CUSTA NEM DOIS MINUTOS, SUA/SEU FÓQUIN EGOÍSTA! ¬¬
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